terça-feira, 10 de março de 2015

A Força que se Busca

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Seja Carmelita
Seja Cigana
Sei que a força não é antagônica
Mas como então se explica
Quando uma vai, outra fica
E a coisa não se equilibra?
Explica-se quando da descoberta
De que uma esconde a outra
Por conveniência
Ou displicência
Mas o fato é que há decência
Quando se descobre que não há dependência
Que uma não anula a outra
Que qualquer energia que se usa
É força que se busca
(Eneida Freire)
19/02/2015
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